No dia 16 de abril decorreu uma visita de estudo, com o propósito de conhecer o Museu Nacional Ferroviário do Entroncamento e a Casa Estúdio Carlos Relvas, enquadrando estes dois lugares com as aprendizagens de História A e Geografia A.
O nosso guia, o engraçado e agradável Sr. Luís, proporcionou-nos primeiro uma descrição da história do Museu e das linhas ferroviárias de Portugal. A primeira parte do museu tinha maquetes, algumas até funcionais, e vários instrumentos e peças que faziam parte dos comboios da época.
O professor Fernando Alexandre interviu diversas vezes para explicar o contexto da disciplina de História A, remetendo à Revolução Industrial Inglesa e outras temáticas. Pouco depois dirigimo-nos a um lugar aberto que servia antigamente como estacionamento de comboios, onde encontrámos várias das antigas locomotivas usadas em Portugal no século XIX (quando o comboio veio para Portugal).
Subimos a uma das locomotivas, onde vários colegas meus tiveram certas dificuldades em descer da mesma, o que causou, claro, motivo de paródia entre os demais colegas. De seguida, entrámos num armazém cheio de antigas locomotivas e carruagens, nas quais tivemos a oportunidade de entrar e explorar mostrando um tipo de estética e contraste com os comboios dos dias de hoje.
Já no final da visita fomos levados numa pequena viagem para vermos um pouco da estação atual do Entroncamento de longe, observar vários comboios parados, contentores e aproveitar a viagem que este “mini comboio” nos proporcionou.
No final da visita, partimos para a Golegã onde se localiza a casa Estúdio Carlos Relvas. Fizemos uma pausa num jardim bastante agradável e amplo para almoçar, que foi aproveitado também para conviver com os professores e o resto dos colegas. Após o almoço, demos um passeio pelas rústicas ruas da Golegã com o objetivo de chegar a um café, onde todos comemos um gelado ou uma das maiores iguarias portuguesas, o pastel de nata.
Na casa-estúdio de Carlos Relvas, o guia explicou-nos um pouco de como antigamente era o processo de criar uma fotografia, que era por incrível que pareça bastante longo e até trabalhoso, contrastando com os dias de hoje onde a fotografia demora segundos a ser tirada e guardada quase sempre digitalmente.
De seguida vimos um filme sobre Carlos Relvas onde vários alunos se assustaram pela representação do mesmo num boneco de madeira que falava. Subimos pela escada de caracol até ao 1º piso onde se encontrava o estúdio, um local com uma estética única e sem dúvida bonita. Aqui o guia contou-nos várias curiosidades sobre as antigas crenças do que eram as fotos e outras curiosidades. Para terminar a visita vimos o piso -1 que tinha uma coleção que mostrava claramente a história das câmeras fotográficas.
A(s) visita(s) de estudo ao Museu Nacional Ferroviário do Entroncamento e a Casa Estúdio Carlos Relvas, enquadram-se no Plano Estratégico de Desenvolvimento Intermunicipal da Educação (PEDIME). O PEDIME é cofinanciado pelo Centro2030, através do Fundo Social Europeu. Mais informações sobre o PEDIME em https://mediotejo.pt ou em https://oie.mediotejo.pt.
Notícia elaborada pelo aluno Valentim Ataíde do 11.º ano LHB.






