As turmas de 10.º ano de Humanidades, participaram, no dia 21 de abril numa Visita de Estudo que incluiu três importantes marcos do património histórico e cultural português: a Sé Velha de Coimbra, a Universidade e o Mosteiro da Batalha.
O percurso permitiu aos estudantes contactar diretamente com conteúdos trabalhados em sala de aula, reforçando aprendizagens sobre a Idade Média, o Humanismo, a formação da identidade nacional e a evolução do ensino em Portugal.
Na Sé Velha, através de uma visita guiada, os alunos observaram de perto a arquitetura românica e compreenderam melhor o papel das catedrais medievais na vida urbana. Na breve passagem pela Universidade, nomeadamente pelo Paço das Escolas, foi-lhes reforçada a ideia de que é uma das mais antigas da Europa e a importância histórica da instituição na produção e transmissão do conhecimento ao longo dos séculos. De passagem pelo Jardim Botânico, os alunos foram alertados para a importância da reforma pombalina da Universidade, procurando desenvolver um ensino prático e experimental à semelhança dos modelos de outros países europeus.
A visita terminou no Mosteiro da Batalha,onde os alunos participaram numa visita encenada com o título “Eram só pedras quando tudo começou” pela companhia Nariz Teatro. A sinopse da visita: “De cem em cem anos, a não ser que algo de extraordinário aconteça, todos os arquitetos que fizeram do Mosteiro da Batalha aquilo que é, reúnem-se num breve encontro para verificar as condições em que se encontra o seu trabalho. Assim, fazem uma visita rápida por alguns dos pontos chave do desenho arquitetónico do monumento, desde o Portal de Huguet (e que abre o corpo do Mosteiro, à vila, a Portugal e ao Mundo), ao Portal de Mateus Fernandes, que envolve num manto de delícias e subtilezas as Capelas nunca mais completas”.
Desta forma puderam conhecer melhor este importante monumento, símbolo da independência portuguesa e obra-prima do gótico tardio. Aqui, os alunos consolidaram conteúdos relacionados com a crise de 1383-85, a afirmação da dinastia de Avis e o desenvolvimento artístico deste período histórico.
Em suma, esta visita revelou-se fundamental para aprofundar e consolidar aprendizagens, mas foi também uma oportunidade para momentos de convivência,camaradagem e cooperação entre todos os participantes.








